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Projeto de Lei busca conscientizar o descarte correto do lixo gerado no tratamento do diabetes

Da Redação com ALMT | 16/12/2019 às 16h07

Projeto de Lei busca conscientizar o descarte correto do lixo gerado no tratamento do diabetes

Foto: Ronaldo Mazza

Cerca de 14 milhões de pessoas convivem com o diabetes no Brasil, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Grande parte desses pacientes realiza tratamento com insulina e/ou outros medicamentos injetáveis. Considerando que as agulhas devem ter uso único, e alguns pacientes chegam a precisar de quatro a cinco injeções ao dia, além de realizar automonitoramento até sete vezes ao dia, pode-se imaginar quanto material perfurocortante com potencial contaminante, composto por agulhas, fitas reativas e insumos usados na bomba de infusão de insulina, é produzido diariamente.

Com base nesses dados, o deputado Paulo Araújo (PP), presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), apresentou o Projeto de Lei 1269/19 instituindo uma semana estadual dedicada ao tema, que tem como objetivo alertar sobre a importância do descarte correto desse lixo produzido, apresentado na sessão plenária do último dia 12.

“O descarte inadequado de seringas, agulhas e outros materiais usados no tratamento e monitoramento do diabetes e outras doenças crônicas pode levar a consequências que colocam o ambiente e a saúde pública em risco. Tanto as pessoas que convivem com os indivíduos que usam medicamentos injetáveis, bem como os trabalhadores formais e informais que coletam e manipulam o lixo gerado pelos domicílios e locais públicos, ficam expostos a acidentes e até sérios riscos de contaminação, por isso a relevância desse projeto de lei”, defendeu Paulo Araújo.

A Semana Estadual do Descarte Correto do Lixo Gerado no Tratamento do Diabetes e Outras Doenças, a ser realizada na primeira semana de março, tem como objetivo facilitar o planejamento do descarte correto desse lixo produzido.

Outro fator a se considerar é que a prevalência da hepatite C é muito maior em pacientes com diabetes, e o descarte inadequado do material pode ser fonte contínua de contaminação. “Com isso, campanhas informativas podem contribuir significativamente com a melhora da saúde pública através da educação da população, que também é responsável pelos cuidados essenciais à preservação da saúde e do meio ambiente”, concluiu Araújo.

 


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